




Arquitetura Contemporânea, promovida pela Academia Nacional de Belas Artes
A exposição é promovida pela Academia Nacional de Belas Artes, com curadoria do Arquiteto Carlos Alho e pode ser vista no Auditório Professor Rosado Correia (antiga igreja de Nossa Senhora da Orada) até setembro de 2025.




Susana Pinteira: exposição de escultura “Série Tramas: A Suave Palha de Bunho”, auditório Comendador Victor Martelo
Os materiais, em especial os naturais, e os locais de onde provêm e algumas técnicas tradicionais de os transformarem, são fundamentais no trabalho de Susana Piteira, que se apoia no exercício de uma oficina rigorosa que dê o corpo exacto ao objecto final e à sua expressão. Nesta equação existe um requisito fundamental, o tempo: o tempo para a execução e o tempo para a fruição da obra. Este tempo é, no trabalho da artista, normalmente demorado.
A natureza em confronto com o artificio enquanto conflito, é a matriz temática. Este conflito constante evoca as dimensões do belo e do erótico assumidas como dimensões extremamente importantes para a nossa existência.
As duas esculturas que são apresentadas na presente exposição, expressam bem a exploração plástica a partir de uma dada matéria de origem 100% natural, das técnicas usadas tradicionalmente que lhe estão associadas e a exigência de uma oficina virtuosa. Nessa exploração plástica experimento as formas e conteúdos que vem desenvolvendo noutras matérias naturais, como a pedra. A inovação plástica acontece neste trabalho, na enfatização da expressão da matéria e das marcas deixadas pelas técnicas tradicionais de a trabalhar, de um saber fazer eficaz e sustentável.




Ricardo Cardoso: exposição de pintura “Em Fuga”, auditório 7
As duas telas abordam uma temática que vem perseguindo o autor. Questões como a liberdade de pensamento e o livre arbítrio estarão presentes na sociedade atual? Somos individualmente capazes de tomar decisões autónomas?
O segredo é a FUGA, tornando-se uma mente flamejante, evitando ser um alienado mental.
E a FUGA não nos levará para outro “Laboratório de alienação mental”?





Carmen Mira: “Pintura de Paisaje Extremeño”, auditório 7
Carmen Mira regressa ao Convento da Orada, no âmbito da 10.ª Hansa Artística com a exposição “Pintura de Paisaje Extremeño”, que evoca cores, texturas e aromas do espaço campestre da infância da artista.
Através da técnica de óleo sobre madeira, a imagem da planície funde-se com arquiteturas da memória. “Foi no campo onde encontrei a manifestação mais forte da vida, a vida cheia de cor… a pintura cheia de cor, mas nunca longe da realidade.”
Inspirado por artefatos pré-históricos como zoolitos e sambaquis, o artista revisita a história para recriar peças em cerâmica, que outrora serviam para rituais e cerimónias significativas. Longe de ser um exercício de saudosismo, esta mostra é um registo vivo da nossa história e uma lembrança da beleza intrínseca da natureza na sua forma mais rudimentar. É uma oportunidade de reflexão sobre o espaço que ocupamos e sobre uma cultura que vive em harmonia com a natureza. A exposição convida o público a uma viagem no tempo e a um sentimento de descoberta, evocando a magia de tempos ancestrais e a sabedoria dos primeiros habitantes desta terra.






Arivassa: “Meiembipe”, no auditório Comendador Victor Martelo
Entre inscrições rupestres, tradições indígenas e contos açorianos, a série de pinturas “Meiembipe” emerge como uma rica tapeçaria cultural.
A palavra “Meiembipe”, de origem Carijó, significa “monte de terra ao longo do canal”, nome dado pelos indígenas à Ilha de Santa Catarina. Esta exposição tece uma narrativa envolvente sobre uma ilha ainda inexplorada e os seus primeiros habitantes, convidando o espectador a reconectar-se com um estado natural, por meio de uma estética ancestral e intuitiva.
Inspirado por artefatos pré-históricos como zoolitos e sambaquis, o artista revisita a história para recriar peças em cerâmica, que outrora serviam para rituais e cerimónias significativas. Longe de ser um exercício de saudosismo, esta mostra é um registo vivo da nossa história e uma lembrança da beleza intrínseca da natureza na sua forma mais rudimentar. É uma oportunidade de reflexão sobre o espaço que ocupamos e sobre uma cultura que vive em harmonia com a natureza. A exposição convida o público a uma viagem no tempo e a um sentimento de descoberta, evocando a magia de tempos ancestrais e a sabedoria dos primeiros habitantes desta terra.
Exposição “Via Sacra Labiríntica”, de Victor Belém
A exposição “Via Sacra Labiríntica”, de Victor Belém, pertencente ao acervo da FCO, integrou a mostra intitulada Victor Belém, Pintura, Foto-Ficções e Objectos, exibida no Convento da Orada em 1997, encontra-se atualmente revisitada no mesmo local.
Nesta mostra, o artista associa os percursos da sua existência aos caminhos intrincados do mítico Labirinto de Creta e na sua criatura lendária – o Minotauro. Victor Belém envolve-se nesta narrativa através da fotografia encenada, – “foto-ficção” -, captando nos modelos humanos e nos cenários, a expressão da história contada pelos sentidos do seu íntimo criador.
Victor Belém (Cascais, 1938 – 2015), artista plástico, percorreu ao longo de 50 anos de carreira, disciplinas como a pintura, performance ou vídeo, passando ainda (mais recentemente) pela fotografia. A sua obra distingue-se pela singularidade, pela intensidade emotiva e pela constante pesquisa de formas, cores, texturas e vibrações.
Do Ocidente ao Oriente – Cristy Alberto
A exposição temporária “Do Ocidente ao Oriente”, de Cristy Alberto, patente no Convento da Orada, convida o público a explorar a multidimensionalidade da vida e a apreciar a beleza, tanto na forma abstrata, como no detalhadamente figurativo. É um convite para ver além da superfície e descobrir as narrativas profundas que residem em cada pintura.
As cores vibrantes tecem inúmeras histórias da condição humana.
À Descoberta d’Os Lusíadas no Convento da Orada
A Fundação Convento da Orada assinala os 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões. Para tal, exibe “À Descoberta d’Os Lusíadas” no Convento da Orada, em Monsaraz, exposição que aposta no diálogo entre várias obras do seu acervo e os célebres “Os Lusíadas”, de Camões, obra magna da Cultura Portuguesa, publicada em 1572, cerca de 70 anos após a viagem de Vasco da Gama, rumo à descoberta do caminho marítimo para a Índia.
Ao longo do percurso expositivo descobrir-se-ão vários aspetos da narrativa do Poema Épico, vertidas nas obras de arte e arqueologia que, direta ou indiretamente, evocam a epopeia dos portugueses na época dos Descobrimentos, as suas dificuldades e resistências, aura mitológica que a envolve, bem como os caminhos mais ou menos gloriosos da História de Portugal.
Sentidos – Joaquim Coelho
A exposição “Sentidos”, de Joaquim Coelho, que se encontra na sala de estar do Convento da Orada exprime, em cada traço ou em cada ponto de cor, uma imensidão de sentimentos e perspetivas emanadas do seu estado de espírito.
A obra de Joaquim Coelho é, assim, uma autêntica revelação das profundezas da alma, inspirada pelo seu Alentejo e pela sua fé.
Carmen Mira
Carmen Mira nasceu em Badajoz em agosto de 1965, onde permaneceu até se mudar para Sintra. É aí que descobre a necessidade de exprimir através da pintura as suas emoções nostálgicas. Autodidata, iniciou a sua coleção de paisagens como produto das memórias de infância ligadas ao interior da Extremadura. A boa aceitação da sua pintura em Lisboa incentivou-a a prosseguir de uma forma profissional. Realiza exposições esporádicas em Portugal e Espanha.
Desenfoques – Inmaculada González Rodríguez
Inmaculada González Rodríguez (Badajoz, 1964), é licenciada em Belas Artes pela Faculdade de Sevilha Santa Isabel de Hungria (1984-89) e mestre em Desenvolvimento Pessoal (2018). Atualmente, exerce funções de docente na área do Desenho na IES San Fernando de Badajoz.
Artista polifacetada, iniciou a sua carreira no domínio da pintura, em 1988, com a primeira exposição em Talavera la Real, Badajoz. Seguiram-se outras exibições, em Espanha, tendo sido galardoada com primeiros e segundos prémios no “Certamen de Arte del Casino de Badajoz” (2012-2015).
Em 2016, começou a dedicar-se à fotografia que, nas suas palavras, “era um assunto pendente, não o ato de fotografar em si, mas de mergulhar nas suas possibilidades”. Nesse ano, participou na sua primeira exposição individual, na sala da Galeria de Badajoz. Desde então, tem apresentado as suas obras em diversas cidades como Badajoz, Mérida, Huelva, Madrid, Portalegre, Córdoba, Cádiz, Cáceres, Plasencia, Olivença, Aldeia da Luz e Monsaraz.
Desde julho de 2017, colabora com a revista GRADA – Cultura, Lazer, Desporto e Inclusão Social, publicando mensalmente artigos sobre Arte.
Nasceu em Lisboa em 1963. Formou-se em Escultura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto. Doutorou-se em Escultura na Faculdade de Belas-Artes – Universidade de Barcelona, Espanha.
O trabalho artístico de Susana Piteira desenvolve-se a partir da escultura, utilizando vários meios de expressão, todos os que são necessários à persecução dos seus objetivos.
Os materiais, em especial os naturais, e os locais de onde provêm, são fundamentais no trabalho da artista, assim como o exercício de uma oficina rigorosa que dê o corpo exato ao objeto final e à sua expressão. Nesta equação existe um requisito fundamental, o tempo: o tempo para a execução e o tempo para a fruição da obra.
Foi nomeada para o The 2024 Sovereign Portuguese Art Prize; Recebeu a Menção Honrosa atribuída à obra de escultura Knidia pela SNBA, Lisboa, 2014 e o 2º Prémio de Escultura na semana da Pedra III, Concurso Internacional de Escultura em Pedra, PNSAC, Torres Novas, 1990. Foi bolseira da Fundação Oriente, da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Desde 1992 até à atualidade lecionou em diversas Faculdades de Universidades portuguesas, em Espanha e Marrocos.
Ricardo Cardoso nasceu na freguesia de Seia em1982.
Ricardo Cardoso é licenciado em Artes/ Desenho pela Escola Superior Artística do Porto – Guimarães. O seu percurso como artista plástico centra-se na pintura, desenho, escultura, instalação, ilustração e performance e arte.
O trabalho artístico apresenta características orgânicas, abstratas, realistas, expressivas, entre outras. Na sua matriz prevalece a insatisfação, inquietude do ser e do presente. O sentimento é um elemento fulcral para a existência da arte de Ricardo Cardoso, desde a criação à fruição.
Foi Menção honrosa no 7º Concurso de Arte Jovem em São Romão, Seia (2002) e no Agiarte, Oliveira Hospital (2010). Homenageado pelos artistas de Seia no âmbito do Artis IX (2010), Campânula de mérito cultural pela Câmara Municipal de Seia em 2019. Em 2024/25 tem feito diversas exposições pelo país, com os projetos “Paisagens aladas com efervescência do pensamento” e “Grito para me fazer ouvir”.
Carmen Mira nasceu em Badajoz em agosto de 1965, onde permaneceu até se mudar para Sintra. É aí que descobre a necessidade de exprimir através da pintura as suas emoções nostálgicas. Autodidata, iniciou a sua coleção de paisagens como produto das memórias de infância ligadas ao interior da Extremadura. A boa aceitação da sua pintura em Lisboa incentivou-a a prosseguir de uma forma profissional. Realiza exposições esporádicas em Portugal e Espanha.
Arivassa (1990) licenciou-se em design gráfico, trabalhou como diretor de arte publicitária (2010-2016) e iniciou sua carreira artística através do coletivo de arte Black Box Tour (@blackboxtour).
Com este coletivo, realizou exposições, murais e eventos em várias cidades, como Lisboa, Barcelona, Chamonix, Verbier, Amsterdão, Copenhaga, Bali, Curitiba e Florianópolis. Este último lugar, onde vive há 16 anos, é fonte de inspiração para as suas criações. Com traços contemporâneos, muito inspirados em movimentos como o fauvismo e o modernismo, o artista retrata histórias ao seu redor, muitas vezes inspiradas em narrativas de tempos antigos, conectando factos místicos e relatos históricos.
Nasci na então maternidade de Reguengos de Monsaraz no dia 25 de abril de 1964.
Sou Economista Conselheiro, membro do Colégio de Especialidade de Economia e Gestão Empresarial da Ordem dos Economistas, com licenciatura pela Universidade de Évora e pós-graduações na Universidade Nova de Lisboa e no Centro de Estudos Europeus da Universidade de Coimbra.
O meu percurso de vida permitiu-me a honra de poder liderar missões públicas de extrema exigência, paralelamente com o desempenho de funções profissionais, em projetos a que sempre me dediquei com níveis motivacionais. Perante as maiores dificuldades é normal exclamar “em frente!”, porque só assim podemos estar bem em qualquer tarefa, de forma responsável e ética, ultrapassar os momentos que nos colocam os maiores desafios das nossas vidas.
Reparti este caminho entre o mundo empresarial e missões de grande valor público. Este percurso iniciou-se com um ano de estágio na Banca, em Lisboa; logo de seguida foram 16 anos numa vida profissional intensa no Grupo Entreposto, em Lisboa, na Administração de diversas empresas. Em 2004 foi o momento de regresso a Évora para a administração executiva da empresa Habévora EM, atualmente a única empresa do Município de Évora que continua a desempenhar a sua missão. Entre 2005 e 2021, fui eleito democraticamente pelo Povo para a honrosa missão de Presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, com 3 maiorias absolutas de 65%. Estar como Autarca também me deu a oportunidade de liderar algumas instituições regionais e internacionais destacando a RECEVIN – European Network of Wine Cities, a ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, e a CIMAC – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central e o Conselho Regional do Alentejo. A 01 de 2021 marcou o regresso ao mundo privado, primeiro no desempenho da Direção Geral da AGRUPALTO – Agrupamento de Produtores Agropecuários SA, e a partir de dezembro de 2024, na liderança de um dos maiores projetos empresariais do Alentejo: a MAPORAL SA.
Destaco, ainda, o enorme orgulho que sinto em alguns reconhecimentos que fui recebendo ao longo da vida: cidadão honorário da Vila Histórica de Monsaraz, entre a atribuição da sua Chave de Honra (2017); Medalha de Honra (Grau Ouro) da Liga dos Combatentes Portugal (2019); Crada de Ouro da Liga de Bombeiros Portugueses (2016); Prémio Prestígio 2012, concedido pela Associação Nacional de Bombeiros Profissionais; Medalha de Bons Serviços da Federação de Ginástica de Portugal (197); Personalidade do Ano para a Associação de Municípios Portugueses do Vinho (2020); e, entre outros, conceção do Título Honorífico de Economista Conselheiro, pela Ordem dos Economistas (2023).
A publicação dos livros, junto agora esta partilha deste meu gosto pela fotografia – através desta exposição que dedico à Fundação Convento da Orada e ao meu amigo de sempre João Correia.
Cristy Alberto (Figueira da Foz, 1962) é uma contadora de histórias que utiliza as artes plásticas para compartilhar e expressar alegria.
Realizou a sua primeira exposição no Qatar, em 2008, apresentando a sua obra e o seu estilo únicos, baseados na multiculturalidade, nas realizações humanas e na dicotomia entre a abstração matemática e a figuração.
Em 2015, regressa a Portugal, continuando a sua intensa produção artística.
José Manuel Espiga Pinto (Vila Viçosa, 1940 – Porto, 2014), reputado artista plástico, integrou a designada 3.ª geração modernista portuguesa. Revelou-se em inúmeras áreas, como desenho, escultura, pintura, cinema, cenografia e numismática.
A ligação do artista ao Alentejo adquire uma expressão significativa na década de 1960, com obras que retratam um mundo rural que tão bem conheceu, destacando-se a “Camponesa”, o “Homem da Roda”, o “Carro” ou o “Cavalo”. Esta linha discursiva transmuta-se a partir dos anos de 1970, para uma linguagem que divaga entre o figurativo e o abstrato / geométrico e que se concerta em espaços cósmicos habitados por cavalos e figuras aladas, como pombas e cisnes. Nesta época realiza também filmes de curta-metragem para a RTP centrados no domínio do desenho, como a série “Espaço Arte”. Na viragem do século, o artista explora a temática inesiana, de que são exemplo as “Memórias de Inez” (de Castro).
Entre 1973 e 1974 beneficiou de uma bolsa de estudo da Fundação Calouste Gulbenkian, com o objetivo de realizar pesquisas sobre o espaço urbano em França e na Suécia.
A sua obra foi distinguida com vários prémios internacionais, destacando-se em 2000, o prémio “COTY” – Coin of the year (EUA) para a Moeda Comemorativa do Ano Internacional dos Oceanos.
A sua trajetória artística conta com mais de 80 exposições individuais, encontrando-se representado no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), no Museu Nacional de Arte Contemporânea (Lisboa) e na Fundação de Serralves (Porto), entre outros.
Haley Castel’ Branco pertence a dois mundos. Passou a infância a brincar no sopé do castelo em Abrantes, Portugal.
Em 2004, mudou-se para o Arizona e posteriormente para a Califórnia, onde decidiu que queria seguir uma carreira na arte digital. No entanto, sempre manifestou o desejo de regressar a Portugal.
Quando se formou no Laguna College of Art and Design, em Laguna Beach, Califórnia (EUA), com um bacharelato em Game Art, a pandemia chegou e o mundo parou. Foi nesta altura que Haley decidiu que queria usar a sua arte para comunicar histórias da História, mergulhando no passado e regressando ao velho mundo, o seu país natal, Portugal.
Atualmente trabalha como freelancer em Lisboa e sente-se feliz, partilhando com os seus clientes o amor pela História e por contar histórias.
Gertrudes Fernando Rosado Correia nasceu no Ervedal, concelho de Aviz, em 4 de junho de 1938.
Fez a instrução primária na sua terra natal e, posteriormente, na aldeia de Pias (Alandroal).
Em Évora frequentou o Magistério Primário, iniciando uma vida dedicada ao ensino.
Como professora primária viveu rodeada de crianças, dando-lhes educação e afetos. Numa época em que o analfabetismo era uma realidade, Gertrudes Rosado Correia empenhava-se em mudar o rumo das coisas, oferecendo aos seus pequenos alunos uma formação cheia do seu saber e as bases para um futuro melhor.
O gosto pelos trabalhos manuais e pela pintura sempre acompanharam os seus tempos livres. No lar da Fundação do Santo Nome de Deus, em Lisboa, onde atualmente reside, passa os dias a ler e a pintar, atividades que lhe dão um enorme prazer e mantêm a sua juventude.
Nascida sob o céu azul de Cabo Verde, Maria dos Santos Rocha carrega a alma vibrante e calorosa da sua terra natal. Licenciou-se em Pedagogia e a jornada académica trouxe-a a Portugal, onde aprofundou os seus estudos com um mestrado em Marketing de Serviços, unindo a arte de educar à ciência de comunicar e servir.
Além da sua formação académica, Maria Rocha é Life Coach e dedica-se a ajudar outras pessoas a alcançarem o seu potencial máximo e a superarem desafios. Gosta de explorar novas formas de expressão e encontrou na pintura uma maneira única de traduzir sentimentos e ideias em cores e formas, tendo uma paixão especial por criar e pintar mandalas.
É entusiasta da Filosofia/Psicologia Junguiana, da Mecânica Quântica e da Programação Neurolinguística (PNL), temas que inspiram Maria continuamente e ampliam a compreensão sobre si mesma, sobre os outros e sobre o funcionamento do universo. Viajar é outra das suas grandes paixões – cada destino representa uma nova oportunidade de aprendizagem e crescimento.
Cristy Alberto (Figueira da Foz, 1962) é uma contadora de histórias que utiliza as artes plásticas para compartilhar e expressar alegria.
Realizou a sua primeira exposição no Qatar, em 2008, apresentando a sua obra e o seu estilo únicos, baseados na multiculturalidade, nas realizações humanas e na dicotomia entre a abstração matemática e a figuração.
Em 2015, regressa a Portugal, continuando a sua intensa produção artística.