Exposições Temporárias





Cristy Alberto: “Do Ocidente ao Oriente”, exposição renovada, agora no auditório 4
A exposição temporária “Do Ocidente ao Oriente”, de Cristy Alberto, patente no Convento da Orada, convida o público a explorar a multidimensionalidade da vida e a apreciar a beleza, tanto na forma abstrata, como no detalhadamente figurativo. É um convite para ver além da superfície e descobrir as narrativas profundas que residem em cada pintura.
As cores vibrantes tecem inúmeras histórias da condição humana




Gertrudes Rosado Correia (exposição de pintura) e Maria Rocha (livro) – “O Poder das Mandalas”, auditório Gerações / Gertrudes Rosado Correia (auditório 6)
Quando um dos sobrinhos lhe deu a conhecer a arte de pintar mandalas, Gertrudes Rosado Correia descobriu o poder que elas continham.
– “Mudaram a minha vida”.
Este sentimento de mudança que aos 86 anos parece improvável, é o resultado de uma intensa atividade de pintura de mandalas que Gertrudes Rosado Correia atualmente desenvolve com enorme satisfação e serenidade.
O desejo de um maior conhecimento sobre estas formas geométricas e pelas suas cores, ocasionou o encontro entre a artista e Maria dos Santos Rocha, autora do livro (em formato digital) “O Poder das Mandalas”.
A exposição que a Fundação Convento da Orada aqui apresenta testemunha a influência das mandalas no estímulo da criatividade e da manutenção das funções cognitivas na (designada) terceira idade, contribuindo para uma melhoria significativa da qualidade de vida.
No livro O Poder das Mandalas, a autora convida o leitor a explorar um universo fascinante, onde formas geométricas e cores podem estimular o equilíbrio entre o corpo e a mente. Desde os primórdios, as mandalas marcaram presença em diversas civilizações como símbolos universais de espiritualidade. Ao mergulharmos na sua origem e história, começamos a compreender profundamente o seu significado e as aplicações práticas que atravessaram gerações, como ferramentas de meditação e de expressão artística.
Embora estivessem também presentes em igrejas e catedrais europeias por meio de vitrais e rosáceas, a forma como passaram a ser conhecidas hoje no ocidente deve-se aos estudos de Carl Gustav Jung (1875–1961), fundador da psicologia analítica. Jung incorporou a sua utilização nas suas práticas terapêuticas, ao incentivar os pacientes a desenhá-las como uma forma de expressar e de explorar o inconsciente.
Assim, com base no trabalho de Carl Jung, a autora aborda no livro a importância da pintura de mandalas na promoção do equilíbrio emocional, especialmente no alívio da depressão, da ansiedade, do stress e da falta de foco.
Na terceira idade, por exemplo, a pintura de mandalas oferece diversos benefícios, especialmente às pessoas que vivem em lares de idosos. Além de fomentar o bem-estar emocional e o bom humor, estimula a motricidade fina, a criatividade, a coordenação motora e a manutenção das funções cognitivas. Esta prática também favorece a socialização, proporcionando momentos de prazer e, consequentemente, melhor qualidade de vida.





Haley Castel’Branco: ilustração, sala de entrada.
OS LUSÍADAS CONTADOS ÀS CRIANÇAS E LEMBRADOS AO POVO
As ilustrações da autoria de Haley Castel’Branco apresentadas pela Fundação Convento da Orada fazem parte da série gráfica presente numa edição especial, pela Cultura Editora, do livro “Os Lusíadas Contados às Crianças e Lembrados ao Povo”, de João de Barros.
O livro, que se desenvolve em torno dos célebres “Os Lusíadas”, de Luís Vaz de Camões, foi adaptado em prosa para o público mais jovem, revelando-lhe de forma mais acessível a beleza do poema, respeitando o caráter épico original. Esta edição, com textos em português e inglês, foi enriquecida com as extraordinárias ilustrações de Haley Castel’Branco, que acompanham dos dez Cantos do poema.




José Gabriel Calixto
Perto da Natureza
Estar perto da natureza oferece-nos sensações inesquecíveis e irrepetíveis.
Apesar da ciência afirmar que o contacto com a natureza estimula a liberação de neurotransmissores como a serotonina, promotores de felicidade, sinto, hoje, de forma mais intensa, que esta proximidade me serve como espaço privilegiado para desconectar do quotidiano, através de experiências em ambientes de total tranquilidade para o corpo e para a mente.
Estes momentos ao ar livre representam um estilo de vida mais sustentável e incentivam a atividade física, contribuindo para a saúde cardiovascular e o fortalecimento do sistema imunológico.
É neste enquadramento privilegiado que quero partilhar um dos meus hobbies favoritos: a fotografia.
Fotografo sempre num registo totalmente despreocupado, com a humildade própria dos autodidatas e com a liberdade total para criar a partir de tudo aquilo que os olhos nos fazem sentir.
Agradeço à Fundação Convento da Orada esta oportunidade e proponho a todos que sintam o que a Mãe Natureza nos transmite todos os dias. Se a soubermos compreender teremos um Mundo muito melhor!
Disfrutem este lugar da Orada, perto da Natureza!